Missão, Visão, Bandeiras e Princípios



VISÃO
Liderar a comunidade empresarial representada, com reconhecida influência no desenvolvimento da região.

MISSÃO
Assegurar às empresas representadas as melhores condições para gerar resultados positivos e desenvolver a sociedade.

BANDEIRAS DO SINDICATO
Gestão pública eficaz;
Racionalização dos impostos;
Fortalecimento da representatividade;
Liberdade individual e coletiva na relação de emprego; e
Combate à informalidade e luta pela longevidade das empresas.

PRINCÍPIOS DO SINDIATACADISTA
Ação pelo propósito: agimos motivados pelo bem-estar da sociedade como um todo e nunca pelo medo, que paralisa ou nos leva a distorção em nosso próprio modo de ser.

Busca de harmonia: nossa responsabilidade é contribuir para perfeita harmonia na organização e no seu entorno, zerando os conflitos e a competição predatória. Somos proativos na busca de "soluções ganha-ganha", no exercício de trabalho e na manutenção das relações.

Consciência em ação: apoiamo-nos em exemplos vivos do que há de melhor no ser humano. A consciência é o melhor guia nos momentos decisivos. No íntimo, buscamos saber o que seu "melhor eu" deve fazer.

Seu melhor estado: a responsabilidade nos leva a atuar em nosso melhor estado, tanto físico quanto mental, emocional e espiritual. O "melhor eu" atua sempre pelo bem-estar de todos; o "menor eu", só o melhor para si.

Foco na verdade: a verdade é nosso norte, sempre nos acompanha nas mesas de decisões, para assegurar o melhor para a vida e para o todo. Vivemos na realidade e nunca em ilusões e percepções distorcidas da realidade.

Responsabilidade pelo todo: estamos conectados, envolvidos, participamos e somos ativos junto ao time maior que constitui a organização. O espírito é de “responsabilidade compartilhada 100-100”, por meio do qual todos assumem 100% da responsabilidade pela resolução dos problemas.

Pró-soluções: canalizamos energia para o construtivo, o antecipativo e o preventivo. Evitamos desperdiçar energia e talento criticando o que não está bom e perdendo-se em diagnósticos “após o fato”, dispensando análises sintomáticas sempre em busca da causa das causas.

Equilíbrio de interesses: não permitimos que nenhum interesse pessoal/parcial domine deliberações nem controle decisões. A estrutura de governança delega autoridade para que haja diálogos e deliberações entre iguais. Todos os envolvidos são ouvidos.

Autonomia nas pontas: não tome nenhuma decisão nem realize nenhuma função se ela puder ser realizada razoavelmente bem por outra parte mais periférica (da "ponta" da organização). Faça aquilo que só você pode fazer.